Implantação e troca de sistema

Como migrar de sistema odontológico e implantar o novo na clínica

Trocar de sistema é transferir a memória da clínica. Esta página explica o que exportar do software atual, como o Cuspivo é configurado hoje e quais caminhos de entrada de dados existem de verdade.

Interface demonstrativa com dados fictícios.

Implantação self-service em português, com checklist guiado na tela inicial

Sem importador de arquivos do sistema anterior e sem implantação assistida paga

Saída documentada: prontuário por paciente em JSON e relatórios em CSV

Resposta direta

O Cuspivo em poucas palavras

Migrar de software odontológico é, na prática, três trabalhos diferentes: extrair os dados do sistema atual, configurar o novo e escolher a data de virada. No Cuspivo, a implantação é self-service e em português: a clínica cria a conta no teste grátis de 30 dias, sem cartão, e a própria tela inicial mostra um checklist guiado — perfil da clínica, profissionais com CRO, consultórios, tabela de valores, convite da equipe, primeiro paciente e a configuração de integrações. Hoje o Cuspivo não tem importador de arquivos do sistema anterior e não vende serviço de migração assistida. O caminho honesto é solicitar ao fornecedor atual a exportação em formatos abertos, arquivá-la e recadastrar os pacientes ativos com apoio do formulário de anamnese online e do envio de imagens por paciente.

  • Implantação: self-service, com checklist derivado dos dados reais da clínica.
  • Migração: sem importador de arquivos e sem serviço assistido hoje.
  • Saída: prontuário por paciente em JSON e relatórios suportados em CSV.

Guia prático para a clínica

Trocar de sistema odontológico: o que realmente muda

Trocar de sistema odontológico não é instalar um programa novo: é transferir a memória da clínica. O que existe no software atual está dividido em três camadas com pesos muito diferentes. A camada de configuração — profissionais, salas, tipos de consulta, tabela de valores, papéis da equipe — é rápida de recriar e quase nunca vale a pena tentar transportar. A camada de cadastro é volumosa, mas simples. A camada clínica e financeira — prontuário, odontograma, periograma, planos de tratamento, recibos, radiografias — é a que dá trabalho e a que precisa continuar acessível por anos, inclusive depois do cancelamento do contrato antigo. Trate a exportação como a primeira etapa da migração, nunca como formalidade posterior.

  • Configuração: rápida de recriar do zero e raramente vale transporte.
  • Cadastro de pacientes: volumoso, mas com poucos campos obrigatórios.
  • Prontuário, imagens e financeiro: exigem mais atenção e mais prazo.
  • Acesso ao histórico depois do cancelamento: defina antes de encerrar o contrato antigo.

Antes de migrar: o que pedir ao sistema atual

Comece pedindo a exportação por escrito ao fornecedor atual, antes de comunicar a saída e antes de qualquer prazo de cancelamento começar a correr. Peça formatos abertos, que possam ser lidos sem o software: CSV ou XLSX para listas, PDF ou JSON para prontuário e evoluções, e os arquivos originais de imagem das radiografias e fotos. Pergunte explicitamente se o pacote inclui anexos, documentos assinados e consentimentos, porque é comum a exportação trazer apenas as tabelas e deixar os arquivos para trás. Guarde o pacote exportado em local controlado, com registro de quem tem acesso, e só cancele o contrato anterior depois de abrir os arquivos e confirmar que eles são mesmo legíveis fora do software.

  • Peça a exportação por escrito antes de iniciar o cancelamento.
  • Prefira CSV, XLSX, PDF, JSON e os arquivos de imagem originais.
  • Confirme se anexos, consentimentos e documentos assinados vêm no pacote.
  • Abra e leia os arquivos antes de encerrar o contrato anterior.

A implantação do Cuspivo, passo a passo

No Cuspivo, a implantação começa sozinha, sem reunião comercial e sem visita técnica. O cadastro cria a organização e a primeira unidade em quatro etapas — plano, dados da clínica, conta do administrador e revisão — e o teste grátis de 30 dias começa sem cartão. A partir daí, a tela inicial mostra um cartão de progresso com um checklist derivado dos dados reais da clínica: completar o perfil, com endereço, CPF ou CNPJ e, quando aplicável, o CNES; cadastrar ao menos um profissional com número de CRO e UF preenchidos; criar as salas e cadeiras que a agenda vai ocupar; criar uma tabela de valores ativa com pelo menos um procedimento precificado; convidar a equipe; cadastrar o primeiro paciente; e configurar as integrações usadas pela clínica. Cada passo só fica marcado quando o registro correspondente existe de fato.

  • Cadastro em quatro etapas: plano, clínica, administrador e revisão.
  • Checklist guiado, com progresso derivado dos dados reais da clínica.
  • Profissional só conta como configurado com número de CRO e UF preenchidos.
  • Convite por e-mail ou link, com papel e unidades definidos na criação do acesso.

Como levar os dados dos pacientes para o Cuspivo

Aqui está o limite que precisa ficar claro antes de qualquer decisão: hoje o Cuspivo não tem um importador que leia um arquivo do sistema anterior e crie pacientes em lote, e não existe serviço pago de implantação assistida. O caminho realista é recadastrar apenas o que a clínica vai usar, apoiando-se em três recursos que já existem. O cadastro do paciente pede poucos campos obrigatórios — nome, sobrenome e data de nascimento —, o que permite criar o registro no momento em que o paciente é agendado. O formulário de anamnese online é enviado por link seguro e preenchido pelo próprio paciente no celular, e a equipe revisa a submissão antes de importar para o prontuário. Radiografias e fotos são enviadas por paciente, com etiqueta por dente. Em vez de tentar levar tudo, leve os pacientes ativos.

  • Não existe importação em lote de arquivo nem implantação assistida paga.
  • Cadastro mínimo do paciente: nome, sobrenome e data de nascimento.
  • Anamnese online preenchida pelo paciente, revisada pela equipe e importada para o prontuário.
  • Imagens por paciente em JPEG, PNG e DICOM, com etiqueta por dente.

Data de virada e período de convivência

Defina uma data de virada e trate o sistema antigo como fonte de consulta a partir dela, em vez de operar os dois em paralelo por tempo indeterminado. O padrão que funciona bem em consultório e clínica de porte médio é simples: use o teste grátis para configurar e ensaiar com dados fictícios; escolha uma data de baixo movimento; a partir dela, todo agendamento novo nasce somente no Cuspivo; e mantenha o sistema anterior ativo por um período curto, apenas para consulta do histórico. Dois cuidados evitam a maior parte dos problemas: transportar a agenda futura já marcada antes da virada e revisar papéis e permissões antes de liberar o acesso geral.

  • Ensaie a rotina completa com dados fictícios durante o teste grátis.
  • Escolha uma data de baixo movimento para a virada.
  • Transporte primeiro a agenda futura já marcada.
  • Revise papéis e permissões antes de liberar o acesso a toda a equipe.

Portabilidade: como tirar os dados do Cuspivo depois

A pergunta que a clínica deveria fazer a qualquer fornecedor — inclusive ao Cuspivo — é como se sai dali. No Cuspivo, cada paciente tem uma exportação do prontuário em JSON, cobrindo as seções suportadas do registro: cadastro, agendamentos, odontograma, evoluções, histórico médico, tratamentos, periodontia, financeiro, prescrições, laboratório, encaminhamentos, consentimentos, anamnese, retornos, comunicações, imagens, convênio, extratos, pagamentos e metadados de uso de IA. O arquivo é gerado com verificação de integridade por SHA-256, o acesso fica registrado na auditoria e a exportação é bloqueada se alguma seção não responder. Além disso, os relatórios operacionais suportados exportam em CSV. O que não existe hoje é um botão único que gere de uma vez um arquivo com a base inteira da organização.

  • Exportação do prontuário por paciente, em JSON.
  • Verificação de integridade por SHA-256 e registro do acesso em auditoria.
  • CSV nos relatórios suportados e no construtor de relatórios.
  • Sem exportação da base inteira da organização em um único clique.

Antes de decidir

Checklist para avaliar na prática

Use dados fictícios, simule a rotina completa e envolva as pessoas que realmente usam o sistema antes de levar informações de pacientes para uma nova plataforma.

  • Pedir a exportação do sistema atual por escrito, antes de comunicar a saída
  • Abrir os arquivos exportados e confirmar que são legíveis fora do software antigo
  • Concluir o checklist de implantação com dados fictícios
  • Definir a lista de pacientes ativos que serão recadastrados
  • Transportar a agenda futura já marcada antes da data de virada
  • Revisar papéis, permissões e unidades antes de liberar o acesso à equipe

Perguntas frequentes

Respostas diretas para avaliar o Cuspivo

Como migrar de um software odontológico para o Cuspivo?

Em quatro movimentos: peça e arquive a exportação do sistema atual; crie a clínica no teste grátis e conclua o checklist de implantação; leve primeiro a agenda futura e os pacientes ativos, apoiando-se na anamnese online e no envio de imagens por paciente; e defina uma data de virada a partir da qual o sistema antigo passa a ser apenas consulta. Não há importação em lote: o recadastro é manual e guiado pelo próprio sistema.

O Cuspivo importa os dados do meu sistema atual?

Em lote, não. Hoje não existe um importador de arquivos do sistema anterior nem serviço pago de implantação assistida. Os caminhos disponíveis são o cadastro guiado do paciente, o formulário de anamnese online preenchido pelo paciente e revisado pela equipe antes de entrar no prontuário, e o envio de radiografias e fotos por paciente.

Quanto tempo leva a implantação de um sistema para clínica odontológica?

A criação da conta é imediata, e a configuração básica — perfil da clínica, profissionais, consultórios, tabela de valores e convites da equipe — cabe em poucas horas de trabalho concentrado. O prazo real é definido pelo recadastro dos pacientes e pelo treinamento da equipe, que dependem do tamanho da base e do movimento da clínica. O teste de 30 dias existe justamente para essa etapa.

Preciso parar de atender durante a troca de sistema?

Não é necessário parar. O desenho mais seguro é configurar e ensaiar em paralelo com dados fictícios, escolher uma data de baixo movimento para a virada e, a partir dela, criar todo agendamento novo apenas no sistema novo, mantendo o anterior acessível por um período curto somente para consulta do histórico.

O que devo exportar do sistema antigo antes de cancelar?

Cadastro de pacientes, agenda histórica, prontuário e evoluções, planos de tratamento, lançamentos financeiros e recibos, consentimentos assinados e os arquivos originais de imagem. Peça formatos abertos, abra os arquivos e confirme que eles são legíveis sem o software antigo antes de encerrar o contrato.

Dá para testar o Cuspivo antes de migrar?

Sim. O teste grátis dura 30 dias e não exige cartão para começar. A recomendação é simular a rotina completa com dados fictícios — agenda, atendimento, plano de tratamento e recebimento — antes de cadastrar informações de pacientes reais.

Quanto custa o Cuspivo por mês?

São três planos com preço mensal por unidade em reais, nos valores padrão publicados: Essencial a R$ 99, Crescimento a R$ 119 e Rede a R$ 149. A cobrança é por unidade, e o plano Rede é o que administra várias clínicas dentro da mesma organização.

Consigo tirar meus dados do Cuspivo se decidir trocar de novo?

Sim, pelos caminhos suportados: exportação do prontuário por paciente em JSON com verificação de integridade, CSV nos relatórios suportados e no construtor de relatórios, e a central de solicitações de titulares. O que não existe hoje é uma exportação única da base inteira da organização em um clique.